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Reconhecimento de blocos afro do Rio como patrimônio cultural é tema de reunião

 
 
25.10.2017 - 17:37  
Da esquerda para direita, Paulo César Xavier, Celso Athayde, ministro Sérgio Sá Leitão, Altair Martins e Priscila Mirrot (Foto: Acácio Pinheiro/Ascom MinC) 
 
 
Identificar e reconhecer os blocos de música afrodescendentes do Rio de Janeiro como patrimônio cultural. Esse foi um dos assuntos tratados em reunião nesta quarta-feira entre o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, o fundador da Central Única das Favelas (Cufa), Celso Athayde, o coordenador-geral, Altair Martins, a coordenadora de projetos da organização, Priscila Mirrot, e o representante da Federação dos Blocos Afro e Afoxés do Rio de Janeiro, Paulo César Xavier. 
 
Celso Athayde informou que os blocos de música afro e afoxés cariocas têm uma média de 40 anos de existência. "Alguns deles têm mais de 60 anos e, mesmo assim, não são reconhecidos. Isso é ruim porque dificulta a captação de recursos para vários projetos e, inclusive, para o carnaval", afirmou.
 
A ideia dos representantes dessas instituições é conseguir apoio institucional do Ministério da Cultura para fortalecer o pleito junto aos órgãos competentes de reconhecimento desses grupos como patrimônio cultural brasileiro.
 
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura